Como prevenir e mapear os principais motivos de falha de segurança? Esse é um desafio que você, como gestor de TI, precisa resolver antes de pensar em adquirir um software jurídico. Arrumar a casa é o primeiro passo para abrir as portas da sua empresa para a automatização que colocará a gestão do departamento jurídico em um nível elevado de atuação, sempre integrando informações estratégicas com capacidade analítica. Isso porque o estudo da Ponemon, patrocidado pela Varonis, Closing Security Gaps to Protect Corporate Data: A Study of US and European Organizations, apontou que a falta de cuidado interno tem resultado em brechas na segurança.

O contencioso de massa do setor jurídico tende a crescer em proporção maior do que a resolução e fechamento de casos. Também é preciso acompanhar os contratos da empresa, com seus respectivos aditivos e emendas. Ligar todas essas pontas e atender o desempenho e o dia a dia do setor é uma tarefa para o software jurídico. Essa solução que automatiza e simplifica fluxos de trabalho precisa estar armazenada em um storage que possibilite acesso rápido, espaço para o aumento de dados, mantendo informações sempre disponíveis e seguras.

Manter uma estrutura em casa que receba de modo performático – com escalabilidade, disponibilidade e segurança – um software jurídico pode ser bastante dispendioso tanto pelo investimento em infraestrutura quanto em pessoal capacitado. Por isso a nuvem é o lugar ideal para abrigar aplicativos de missão crítica que ajudam na gestão do departamento jurídico. Acessar processos e contratos, além de mantê-los sigilosos, são obrigações do jurídico que precisam ser reforçadas por uma atitude estratégica do setor de TI.

Se você está pensando em escolher um software jurídico, primeiramente precisa saber se a tecnologia da sua empresa está preparada. Por isso, mapeie os seis principais motivos que levam a falhas de segurança na TI.

1) Negligência interna

Um dos principais sintomas de negligência interna é o nível de acesso que os funcionários têm à informações estratégicas. Não delimitar quem pode ver e alterar documentos, principalmente os sigilosos, tem um resultado drástico. O erro no vazamento de informações vem de dentro, segundo o estudo da Ponemon. A pesquisa mostra que 76% das empresas já sofreram perdas de dados e que, embora o grande medo sejam os ataques externos, 50% das perdas são comumente causadas por negligência interna. Se cada vez menos funcionários têm acesso a dados estratégicos, mais fácil e prático é encontrar o problema.


2) Ausência de ferramentas de rastreamento


Não rastrear e restringir o acesso a arquivos e dados é um erro fatal. Isso porque 88% dos funcionários que responderam à pesquisa realizam atividades que necessitam lidar com dados de propriedade da empresa, ou seja, estratégicos para o negócio Além disso, 62% destes colaboradores consideram que têm acesso muito elevado a informações que provavelmente não deveriam ver. Quais são as chances de vazamento nesse cenário?

3) Falta de gerenciamento de arquivos do sistema


Manter um histórico sobre ataques e vazamentos sofridos pode ser o diferencial entre encontrar uma solução ou viver sempre correndo atrás dos mesmo problemas, remediando situações que poderiam ser definitivamente resolvidas. No entanto, a pesquisa mostra que 35% das empresas não mantêm um relatório onde fiquem registrados e acessíveis informações sobre arquivos do sistema e apenas 28% preservam esses dados por mais de um ano. Sem auditorias que mostrem as atividades dos arquivos, não é possível identificar e manter um histórico de quais foram corrompidos, constatando, por exemplo, pontos de vulnerabilidade recorrentes.

 

4) Crescimento dos ransomware


Segundo o Relatório de Ameaças da Mcafee Labs, 2016 será lembrado como o ano dos ransomwares. O ransomware é um tipo de ataque anunciado pela alteração de arquivos do sistema. Por isso, mais uma vez, manter os relatórios de arquivos é crucial. Perder acesso ao sistema, sequestrado por hackers e liberado somente mediante pagamento, geralmente em bitcoins, é algo que todas as empresas esperam evitar. De acordo com a Ponemon, 78% delas temem esses ataque, embora apenas 15% tenham enfrentado o problema.

 

5) Não deletar arquivos

Você acredita que 43% dos funcionários guardam permanentemente arquivos? Não limpar a casa traz complicações incalculáveis. A retenção de documentos não onera somente o armazenamento, mas a segurança. Eles ficam esquecidos pelos usuários e, portanto, vulneráveis a ações maliciosas. Informações vazam por estar perdidas. Em meio à massa de arquivos, fica mais difícil identificar e proteger aqueles que não podem ser violados.

 

6) Migração lenta para a nuvem

Das empresas pesquisadas pela Ponemom, 87% mantêm na nuvem apenas arquivos que precisem de menos controle, ou seja, de importância estratégica reduzida. É o contrário do que se espera de uma empresa atualizada com as tendências do mercado tecnológico. Isso porque, na nuvem privada, o investimento em segurança feito pelos fornecedores é muito alto e constante e está sempre mais atualizado. Coisa que, por meio de sistemas on premises, o setor de TI precisa manter a muito custo e esforço. Fornecer performance, escalabilidade e segurança é especialidade de empresas que oferecem a cloud computing, principalmente para os aplicativos de missão crítica como o software jurídico.

Tendo a área de TI estruturada, conseguindo evitar riscos de segurança, é mais fácil buscar parceiros de mercado que contribuam para a gestão do departamento jurídico. Sua empresa também sofre com algumas dessas seis vulnerabilidades? É melhor resolvê-las para, então, usufruir do melhor que um software jurídico pode oferecer.

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