Operadoras de Saúde

Importância da prevenção epidemiológica para as operadoras de saúde

31 de Janeiro de 2017 | por Equipe Benner

Nos primeiros quatro meses de 2016, os casos de caxumba registram aumento de 568%, em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde do Estado de São Paulo. No mesmo período, o número de pessoas contaminadas com o vírus zika chegou a mais de 91 mil em todo o país, de acordo com Ministério da Saúde.


Mapear e prever possíveis surtos de doenças epidemiológicas é estratégico não só para a saúde coletiva das pessoas em casos como esses, mas também para a sobrevivência financeira das operadoras de saúde.


O aumento de casos comuns de doenças impacta no crescimento de autorizações de consultas médicas, solicitações de exames laboratoriais e internações, aumentando consideravelmente as despesas dos planos de saúde.


Sistemas de TI em saúde têm um papel importante no controle desses tipos de ocorrência e permite às operadoras prever, por exemplo, o aumento de pedidos de determinados procedimentos e, dessa forma, se preparar para cumprir prazos, garantir atendimento, aproximar-se da rede credenciada e evitar multas e gastos com ações judiciais, caso se recusem a cobrir testes para detecção de vários tipos de doenças.


Além de surtos esporádicos, manter um software de gestão de saúde possibilita às operadoras realizar análises preditivas em sua base de clientes, o que traz ganhos não só para os beneficiários como para os negócios.


Mais eficiência na gestão de saúde


De acordo com os últimos dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), no Brasil mais de 16 milhões de adultos sofrem de diabetes. Doença que traz graves consequências para a saúde dos pacientes como cegueira, amputação de membros, impacto em insuficiência cardíaca e renal. Quando o quadro clínico evolui para uma situação aguda, o custo do tratamento do paciente cresce muito e impacta nos resultados das empresas de saúde.

Ao optar pela adoção de um software de gestão é possível elaborar um plano de prevenção nas pessoas consideradas pré-diabéticas, por exemplo, avaliando seus dados médicos, uso de medicamentos e comportamentos cotidianos. Medidas capazes de amenizar os riscos de complicações causadas pela enfermidade e ainda otimizar a gestão de saúde.


Outro exemplo de como a TI em saúde pode ajudar as operadoras e hospitais é a análise de dados e indicadores que mostram o número de pessoas acima do peso ideal. Ações preditivas permitem direcionar planos de intervenção prévias com os pacientes, reduzindo custos de saúde e salvando vidas.


A boa notícia é que no mercado já há tecnologias especializadas para coletar, consolidar e gerenciar dados de milhares de pacientes. Com isso é possível ter a disposição indicadores para criar ações preditivas a favor da saúde da população e controle e otimização da gestão dos negócios.

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