Operadoras de Saúde

Atualização automática de dados agiliza o cumprimento das normas da ANS

19 de Dezembro de 2016 | por Equipe Benner

Nas últimas décadas, ocorreram diversas mudanças que impactaram a gestão das operadoras de planos de saúde, incluindo a criação de novas normas que regularizam o setor. O fato impacta diretamente na saúde financeira das operadoras, que precisam seguir o Índice de Desempenho de Saúde Suplementar (IDSS) para garantir o nível de excelência da operação.

O IDSS é dividido em quatro pilares, com diferentes pesos que vão contribuir para a nota final das operadoras. Anualmente, as operadoras são avaliadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) com o objetivo de estimular a qualidade dos serviços oferecidos.

Conseguir uma boa avaliação dependerá da obediência de uma lista de indicadores por parte das operadoras. São eles:

Indicadores da dimensão da atenção à saúde (peso: 40%):

# Taxa de citopatologia cérvico vaginal oncótica; 

# Taxa de mamografia; 

# Proporção de parto cesáreo;

# Número de Consultas Médicas Ambulatoriais por Beneficiário;

# Taxa de Internação Hospitalar;

# Proporção de consulta médica em pronto socorro; 

# Índice de sessões de quimioterapia sistêmica por consulta médica; 

# Taxa de internação por fratura de fêmur em idosos; 

# Número de consultas médicas ambulatoriais selecionadas por beneficiário com 60 anos ou mais; 

# Número de consultas odontológicas iniciais por beneficiário; 

# Taxa de aplicação tópica profissional de flúor; 

# Taxa de raspagem supra-gengival; 

# Taxa de dentes permanentes com tratamento endodôntico concluído; 

# Taxa de exodontia de permanente; 

# Proporção de próteses odontológicas unitárias; Programa de Promoção da Saúde e prevenção de Riscos e Doenças.

Indicadores da dimensão da estrutura e operação (peso: 20%):

# Dispersão de procedimentos e serviços básicos de saúde; 

# Dispersão da rede assistencial hospitalar;

# Dispersão de serviços de urgência e emergência 24 horas; 

# Dispersão da rede assistencial odontológica;

# Percentual de qualidade cadastral; 

# Índice de regularidade de envio dos sistemas de informação.

Indicadores da dimensão econômico-financeira (peso: 20%):

# Patrimônio Líquido Ajustado por margem de solvência;

# Liquidez Corrente;Provisão de eventos ocorridos e não avisados; 

# Suficiência em ativos garantidores vinculados.

Indicadores da dimensão satisfação do beneficiário (peso: 20%):

# Proporção de beneficiários com desistência no primeiro ano; 

# Sanção pecuniária em primeira instância; 

# Índice de reclamações.

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TI em saúde


Acompanhar esses índices manualmente é uma tarefa quase impossível - sem contar a possibilidade de erro humano que pode comprometer o sucesso da avaliação.


Diante disso, investir em ferramentas de tecnologia em saúde passa a ser fundamental. Um software de gestão em saúde  torna-se um bom aliado na hora de acompanhar as operações e verificar se tais índices estão sendo cumpridos no decorrer do ano. Entre as vantagens em optar por um sistema de TI é possível destacar:


# Informações consolidadas a baixo custo


Quem escolhe fazer o controle dentro de casa, terá como uma das principais desvantagens o alto custo envolvido para manter a estrutura de tecnologia interna, pois precisará fazer investimentos em infraestrutura e pessoas.


Além disso, cada nova proposta sugerida pelos órgãos reguladores do setor implicará na necessidade de atualização do sistema. Quanto tempo essa atualização consumirá de analistas, por exemplo, que poderiam estar realizando tarefas mais estratégicas para o negócio?


# Especialistas focados em atualizações


Por sua vez, as desenvolvedoras de softwares especialistas já mantêm em seu radar todas as atualizações de resoluções normativas. Em cada novidade anunciada, as informações são enviadas às fábricas de desenvolvimento e todos os sistemas são logo atualizados.


O custo desse processo é dissolvido e a operadora de saúde não perde tempo e nem tem as despesas elevadas para atender cada novidade exigida pelo setor.


# Priorize o seu core business


Fazer a gestão dos dados de saúde é uma obrigação da operadora para o bom desempenho operacional e financeiro. No entanto, não cabe a ela desenvolver as ferramentas para isso. Nesse contexto, um fornecedor de TI precisa exercer também o papel de um consultor, disposto a sanar as demandas das operadoras de maneira ágil e modernizar, constantemente, tudo o que oferece em termos de gestão. Tudo isso é importante para que cada operadora foque apenas em seu core business.


Priorize a satisfação do seu cliente e deixe as atualizações dos dados nas mãos de quem só faz isso.

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