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Recursos Humanos

Como o RH ajuda na transformação digital da sua empresa?

10 de Julho de 2018 | por Equipe Benner

Você já parou para pensar qual o papel da área de RH na transformação digital das empresas? Como essa área pode ajudar a organização e os funcionários a se adaptarem às inovações e à digitalização dos negócios?

Qualquer movimento nessa direção obviamente vai passar pela automatização no RH. Mas, como dissemos no post anterior, a transformação digital no RH vai além do uso de software. Ela exige uma postura estratégica do RH, uma mudança de mindset e conhecimento das tendências e como podem ser aplicadas ao negócio.

Confira nesse post as principais tendências para o RH, dicas para mudar seu mindset e comece a desenhar a transformação digital no RH na sua empresa.

Transformação digital no RH: principais tendências

Uma pesquisa sobre o negócio de capital humano da Deloitte Consulting mostrou tendências para o ano de 2018 que ratificam essa necessidade do estratégico apoiado no digital.

A pesquisa entrevistou mais de 11 mil líderes de negócios e de Recursos Humanos de 124 países e revela 10 áreas nas quais as empresas precisam focar, com o objetivo de aprimorar a gestão dos negócios, o desenvolvimento e o alinhamento das pessoas no trabalho.

O resultado mostra que as empresas não são mais avaliadas apenas por sua performance financeira e pela qualidade de seus produtos e serviços. Agora, a forma como tratam e engajam as pessoas, o suporte dado à comunidade em que atuam e o impacto que têm na sociedade são fatores importantes de avaliação.

Para Josh Bersin, um dos autores da pesquisa, o desafio está na prontidão com que os executivos precisam lidar com esse novo mundo. E claro, isso vale para os gestores de RH.

Veja as dez tendências segundo o relatório:

  1. Líderes C-Level em sinfonia: tendência dos executivos operarem de maneira mais integrada. Liderar apenas sua área é prática do passado, e o que a consultoria chama de “C-Level sinfônico” é apontado como próximo estágio na evolução contínua dos modelos de liderança. 
  2. O ecossistema da força de trabalho: a gestão vai além da organização, com a alteração do perfil da força de trabalho e nas relações entre empregador e funcionário. Freelancers, contratos temporários, expediente alternativo, trabalho remoto: tornam-se práticas cada vez mais comuns e exigem estratégias diferentes para a gestão dos talentos.
  3. Novas recompensas: personalizadas, ágeis e holísticas: com individualidades e a diversidade estão em alta, recompensas personalizadas, rápidas e holísticas passam a ser necessárias para atrair, motivar e desenvolver talentos. Além é claro, do convívio multigeracional que já exigia das empresas ações diferentes para cada geração.
  4. De carreiras a experiências: novos caminhos precisam ser viabilizados pelas empresas, ao passo em que o indivíduo e suas experiências passam a ocupar o centro das atenções. As empresas agora entendem que seus modelos de carreira como “trajetória ascendente” são, muitas vezes, limitantes. “Por isso, as organizações querem criar estratégias para ‘facilitar a mobilidade de talentos’, entregar esperança às pessoas, novas habilidades e desenvolvimento contínuo”, afirma o Josh Bersin.
  5. O dividendo da longevidade: a taxa de natalidade vem caindo e as pessoas estão vivendo mais e, consequentemente, trabalhando por mais tempo. Por isso, as empresas que olham para o futuro já enxergam essa longevidade e o envelhecimento da população como uma oportunidade.
  6. Cidadania e impacto social: o respaldo da sociedade é vital para as organizações e a cidadania é um tópico importante. Isso porque os sistemas agora operam de forma altamente transparente e qualquer desigualdade, maltrato ou ação negativa pode ser compartilhada de forma global - pelas redes sociais - em questão de minutos. As expectativas dos millennials, cada vez mais sensíveis a temas de má distribuição de renda, fome e meio ambiente, fortalecem a necessidade desse cuidado.
  7. Bem-estar: cada vez mais colaboradores exigem das organizações programas relacionados ao bem-estar físico, mental, financeiro e espiritual. Essa é uma estratégia corporativa importante e deve ser mensurada com métricas de desempenho e produtividade. para Josh, esse tópico cruza a fronteira entre cidadania e responsabilidade, e demonstra o quanto a empresa está cumprindo ou não sua responsabilidade como empregador.
  8. Inteligência artificial, robótica e automação: não se pode negar que os negócios estão sendo impactados pela Inteligência Artificial (AI) e pela automação dos processos. Então é preciso redefinir habilidades e carreiras com rapidez para que as empresas possam desenvolver novas soluções para seus clientes e sua operação como um todo.
  9. O ambiente de trabalho hiperconectado: constantemente novas ferramentas de comunicação são criadas, isso é uma tendência inegável. O desafio das empresas está em fazer com que seu uso seja produtivo, definindo práticas e regras para ajudar as pessoas a usar esses instrumentos da melhor forma possível, sem se sobrecarregar com informações inúteis.
  10. Dados sobre pessoas: o Big data - enorme quantidade de dados gerados todos os dias - trouxe benefícios para o RH e para a organização, mas a forma de lidar com esses dados pode gerar potenciais riscos. É necessário, portanto, desenvolver políticas de segurança, transparência e comunicação em torno destes dados para proteger funcionários e clientes.

Como o RH ajuda a promover a transformação digital nas empresas

Perceba que em linhas gerais, essas tendências são direcionadas pela transformação digital. Integrar líderes, colaboradores e a sociedade passa fatalmente pela automatização no RH e da empresa, gestão de redes sociais, ferramentas para conectividade e mobilidade, Big Data, Inteligência Artificial e outras inovações já em uso no mercado.

Cabe ao RH promover essa gestão integrada de pessoas e ferramentas para preparar a empresa para explorar oportunidades, gerenciar riscos e construir novas relações de negócio.

Mas como fazer isso? Josh Bersin aponta 5 passos como um círculo virtuoso para promover mudanças:

  • Mapear e reconhecer os problemas
  • Elaborar planos de ação
  • Influenciar mudanças de mindset
  • Implementar soluções
  • Prover profissionais capacitados


Você pode começar a transformação digital no RH, mudando a maneira que você trabalha em sua empresa. Depois pode replicar o modelo e ações de mudança de mindset para outras áreas. Pense nisso!

No próximo post você vai ver como é ser um RH digital. Não perca!
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