Ainda com dúvidas sobre a privacidade dos sistemas SaaS (Software as a Service)? Como saber que a sua empresa está pronta para receber um software neste formato? A cloud computing tem se mostrado o melhor modelo de computação para manter os aplicativos de missão crítica no ar. Se a sua empresa precisa investir em um software jurídico, saiba que a nuvem é o melhor lugar para que ele seja usado com escalabilidade e disponibilidade.

O cenário atual mostra uma crescente preferência pela cloud computing, principalmente pela redução de custos. Ainda falta para algumas empresas compreenderem qual é o papel da nuvem em relação aos aplicativos de missão crítica. A pesquisa Trends in cloud computing, elaborada pela CompTIA mostra que 72% das empresas estão na nuvem privada ou híbrida. Porém, o progresso com a adoção do modelo, dividido em quatro fases, aponta que 59% das empresas estão apenas na primeira e segunda etapas da mudança para uma TI transformada. Isso significa que a maioria dos negócios ainda não confia na nuvem para abrigar os sistemas de missão crítica. A segurança ou a privacidade é uma das principais dúvidas nessa transição.

Apesar da tendência caótica de tudo estar na nuvem ao acesso de todos, muito tem sido desenvolvido para fechar brechas de segurança. O conceito Casb (Cloud Access Security Broker), consolidado pelo instituto de pesquisa Gartner, por exemplo, resume o papel de um facilitador de acesso à nuvem e permite trabalhar com mais segurança a migração, em etapas claras. Cada vez mais as empresas estão optando por contratar SaaS para processar, por exemplo, um software jurídico, por benefícios já citados em posts aqui no blog Benner. Mas como ter certeza de que o seu negócio está pronto para receber um software neste formato, principalmente no que diz respeito à segurança de informações na nuvem? Avalie quatro questões e descubra se a mudança já pode começar!

#1 A empresa está pronta para migrar?

O primeiro passo para usar SaaS é realizar pesquisas para descobrir quais provedores oferecem as melhores soluções, inclusive de segurança, com pacotes abrangentes. Se você já tem ideia de quem contratar, deve mapear os arquivos e sistemas que ficarão na nuvem.

Não se trata apenas de jogar os dados e armazená-los em cloud. Mas, sim, de saber quais funcionários podem acessar determinados tipos de arquivo e sistemas, criando um espaço virtualizado em que a segurança comece na restrição dos acessos internos. Além disso, você já explicou para os colaboradores de outros setores, o que é a nuvem [ID 11]? Invista em capacitação dos funcionários, que serão os maiores aliados para manter seguras as informações da empresa.


#2 A migração tem planejamento?

A mudança precisa de braços. Dependendo do tamanho da empresa, não é possível fazer e manter tudo sem ajuda. Delegar funções é necessário para garantir a segurança no processo. Nomeie alguém para executar esse papel e estar sempre informado sobre novas soluções, práticas e tipos de ameaças.

Nesse processo, definir quanto tempo levará a mudança é primordial para que os outros setores da empresa saibam quando poderão acessar dados e sistemas migrados para a nuvem. É o caso do software jurídico, pois nem todos os setores precisa acessá-lo e cada usuário deve ter restrições conforme o papel que desempenha na empresa. Além disso, é preciso prever uma política de recuperação de dados, para casos de perdas drásticas.

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#3 A privacidade dos arquivos foi pensada?

Entre o universo de arquivos da sua empresa, alguns são mais importantes. Essa hierarquia pode ajudar a pensar a privacidade das informações. Mas de que forma? Apostando no modelo híbrido de nuvem e dedicando à private cloud aos arquivos e sistemas estratégicos é a melhor opção.

Se você decidiu investir em um software jurídico, a nuvem privada tem as melhores opções para entregar performance e privacidade. Isso garante o acesso restrito e, principalmente, que o sistema fique em local exclusivo e não dividindo espaço com uma infinidade de informações.


#4 Há estratégias específicas para manter a confidencialidade dos dados?

Combinadas ou isoladas. Existem estratégias que podem impedir que invasores reconheçam no seu ambiente virtualizado os arquivos e informações estratégicos. As técnicas de embaralhamento, generalização, perturbação e supressão podem ajudar a manter processos jurídicos sigilosos seguros e camuflados. Substituir valores por informações menos específicas, excluí-los e mascarar informações são ações das estratégias de manutenção da privacidade.

O sistema SaaS é a melhor opção para aplicativos de missão crítica, como é o caso do software jurídico. No entanto, a migração precisa ser planejada, antes da adoção da nuvem como principal modelo pelas empresas. O que significa pensar e arquitetar a privacidade. Para isso, você pode contar com a parceria da Benner!