O modelo convencional de serviços de assistência à saúde no país é obsoleto e isso não é novidade. Os constantes acréscimos de procedimentos de coberturas exigidos pela ANS (Agência Nacional da Saúde) somados ao envelhecimento da população são fatores que afetam significativamente o equilíbrio financeiro das operadoras.

Isso porque as excessivas realizações de consultas, exames e internações feitos pelos beneficiários oneram os custos das operadoras de planos de saúde e comprometem sua gestão financeira.

A sinistralidade relaciona as mensalidades e coparticipações recebidas com as despesas geradas pela assistência disponibilizada aos beneficiários. É essa a diferença que determina o equilíbrio financeiro da operadora.

Como gerenciar as sinistralidades?

Para otimizar a gestão de saúde e manter um equilíbrio financeiro satisfatório, a operadora precisa implementar rotinas funcionais precisas e eficazes. Na prática, nem sempre todos os processos estão “redondos”, o que acaba causando gargalos na operação e comprometendo a eficiência da gestão.

Algumas despesas poderiam ser minimizadas. Por exemplo, há casos de operadoras que acabam pagando mais de uma vez procedimentos feitos de forma duplicada por um mesmo paciente. Se a empresa tivesse o histórico unificado, sem fragmentar informações, teria reduzido o custo com este tipo de falha.

Outra situação comum em uma operadora que não tem sua gestão consolidada é a incapacidade de monitorar de forma mais prática e rápida os insumos utilizados pelo hospital ao atender um paciente credenciado e o que foi pago por ela.

O mesmo ocorre com o controle dos altos gastos com diárias de internações quando não se gerencia automaticamente o quadro de beneficiários internado. No final das contas, essa falta de organização e falta do mapa de internados significa gastos extras. E eles não são poucos.

Padronização dos processos

Uma maneira de otimizar a gestão e torná-la mais fluida no dia a dia, facilitando os controles das demandas administrativas e assistenciais é por meio da implementação de padrões e conectividade entre operadoras e hospitais.

Diante disso, estabeleça modelos únicos para a cobrança e controle de todos os procedimentos. Com certeza isso vai reduzir as chances de erros e tornar a gestão mais precisa.

TI em saúde: invista em automatização dos sistemas

Ao informatizar o sistema de gestão você agiliza as operações diárias e consegue ter mais controle do funcionamento de toda a cadeia: administrativa, assistencial e financeira.

Nesse ponto, o uso de um bom software de gestão contribui para eliminar os gaps dos fluxos internos da operadora e diminui o retrabalho.

Um sistema de gestão integrado tem como benefícios estratégicos a consolidação de dados, informações online de cada credenciado em tempo real, padronização dos processos de atendimento, diminuição de fraudes e usos indevidos do plano contratado, redução de custos, sistema com automação de todas as regras de regulação e pagamentos devidos além do uso de biometria na liberação de procedimentos.

Ter ações mais detalhadas e integradas facilita a tomada de decisão em qualquer solicitação. Isso sem contar no controle total da operação de ponta a ponta. Procedimento que se traduz em eficiência de atendimento, crescimento financeiro e controle da sinistralidade.

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