Não há como deixar de lado o assunto cloud computing. Esse é o fato entre fatos que tem conduzido gestores de TI a avaliar possibilidades de implantação de processos de missão crítica, como é o caso do software jurídico, na nuvem. Investir no processamento de aplicativos em SaaS (Software as a Service) significa colocar em ambiente virtualizado todas as operações do processo. O que pode resultar em mais disponibilidade, escalabilidade e segurança. Além do software rodar com mais robustez, os benefícios em governança de TI também despontam como outra vantagem de adotar a nuvem.

Não é de hoje que cresce entre os líderes de TI a adoção de aplicativos de missão crítica em SaaS. O ERP (Enterprise Resource Planning) foi um dos primeiros a chegar à nuvem. Isso porque a possibilidade de ter o melhor software de gestão, implantado rápido e sem equipe dedicada a mantê-lo funcionando mostrou um ganho de governança de TI extremamente atraente. Claro que manter uma aplicação em SaaS, escolhendo a quantidade de pessoas que a acessam e o volume de tráfego custa dinheiro, mas ainda assim representa uma redução de custos com mão de obra qualificada.

Pensar em governança de TI no momento atual, significa investir em cloud computing. Além disso, quer dizer também reconhecer que a nuvem veio para ficar, saber como explorá-la e admitir que não é mais novidade para muitos líderes da área de tecnologia.

#Veio para ficar

O futuro está batendo à porta dos gestores de TI, avisando que a nuvem veio para ficar. O crescente volume de dados faz da cloud computing o recurso essencial para manter negócios competitivos no mercado. Isso porque a nuvem entrega performance com redução de custos. Quer combinação mais atrativa? Então, imagine que seus colaboradores poderão resolver problemas com mais eficiência por estarem 100% conectados aos aplicativos de missão crítica, onde quer que estejam e quando quiserem. Essa é a governança de TI mostrando ganhos estratégicos para empresa.

A previsão para 2017 é de que a cloud computing movimente US$ 250 bilhões no mundo todo. Previsão reforçada pelo crescimento da SaaS, que aumenta 20,2% em empresas adeptas a cada ano e representa 10% de economia para empresas que investem no nesse modelo de computação. Ficar de fora dessa onda de crescimento e eficiência que é a nuvem coloca sua empresa em uma situação de desvantagem desnecessária. Se você ainda está pensando em colocar o software jurídico na nuvem, dê o próximo passo, abra as portas para a cloud e acompanhe os resultados de crescimento.

#Como o explorar a nuvem

A consultoria Gartner, referência internacional em pesquisa sobre tecnologia, reconhece que, mesmo dez anos depois da introdução da cloud computing, ainda é confuso o modo de explorar esse serviço. Por isso traçar estratégias para maximizar os benefícios da nuvem nunca é demais. Pensando nisso há quatro recomendações a seguir, listadas pela Gartner.

1. Como parte do projeto de migração para a cloud computing, identifique os benefícios chaves procurados pela sua empresa. O que deve incluir proximidade com clientes e colaboradores na entrega de um serviço de maior valor estratégico;
2. Experimente a nuvem pública, privada e híbrida para entender onde você pode alcançar melhor resultado em diferentes tipos de tarefas;
3. Desenvolva uma estratégia de cloud que identifique onde e como explorar o uso da nuvem para novas aplicações e para as já existentes, que devem migrar para SaaS, sendo trocadas ou refeitas;
4. Desenvolva políticas de serviços para os diversos tipos de nuvem, de modo automatizado e independente do provedor de cloud computing. O que reduzirá ou eliminará o processo de admissão de novas aplicações.

#Possibilidades e desafios

A cloud computing não é novidade para muitos. O que tem mudado é a postura estratégica diante das possibilidades que a nuvem oferece. Os resultados são transformados, assim como as prioridades. Se antes o desempenho dependia de equipes técnicas e infraestrutura robusta, cara e sempre em crescimento, hoje a conectividade é a chave da porta que abre o futuro da cloud computing. Aliada à lógica SaaS, que coloca aplicações e arquivos exclusivamente em nuvem, a cloud precisa voltar seus investimentos às operadoras de Telecom e investir em sistemas que permitam o controle da performance. São dois passos principais a seguir:

1° Definir que o software jurídico vai para a nuvem.
2° Planejar uma malha de rede que permita a conectividade entre unidades, seja internamente na sede ou para comunicação com as filiais.

No processo de montagem da rede de computadores, arquitetar controle, flexibilidade, qualidade e segurança garante o melhor aproveitamento da nuvem, pois essas são qualidades que reforçam a conectividade. Independentemente do serviço de telecom, é preciso que a sua empresa seja pró-ativa na manutenção da conexão, cuidando da qualidade das conexões LAN to LAN (Local Area Network) e LAN to WAN (Wide Area Network).

As vantagens da SaaS geram desafios fáceis de resolver com o parceiro de TI certo. Isso porque, os problemas que acontecem com aplicativos tradicionais que rodam dentro casa e que requerem grande esforço da equipe, na nuvem eles são resolvidos com acesso aos níveis de visibilidade e controle. O provedor de nuvem que a sua empresa contratar precisa oferecer soluções de gerenciamento da estrutura. É isso o que separa a nuvem privada da pública: o nível de controle que TI têm sobre ela. Somente assim é possível garantir governança de TI com o uso da SaaS.

A cloud computing veio para ficar e traz as melhores respostas para os sistemas de missão crítica como um software jurídico que gerencie os processos e contratos com privacidade. Sua empresa não pode ficar de fora dessa revolução na computação. Para estar em dia com informações sobre o mercado tecnológico voltado à performance do setor jurídico, conte com a Benner!

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