Na hora de procurar um software de mercado para a gestão do Departamento Jurídico surge aquela dúvida: compro e instalo a licença na minha empresa (on premisse), ou contrato o modelo SaaS (Software as a Service) na nuvem, que é vendido como um serviço e não como um produto? Na pesquisa do Gartner ”Agenda do CIO para 2015” quase metade dos 2,8 mil entrevistados considera software na nuvem “uma opção viável”.

Para que você faça a escolha acertada, veja uma lista com cinco diferenças entre cada modelo:

 #1 Redução de Custo

On Premisse: o cliente é responsável pela aquisição, instalação e manutenção da infraestrutura de hardware e software (sistema operacional, banco de dados, servidor de aplicação, Internet e ERP).  Além de mais caro, este modelo acaba sendo muito mais trabalhoso para a equipe de TI.

SaaS: você paga uma mensalidade para utilizar o software que roda na nuvem, e nada mais. É preciso apenas uma boa conexão com a internet. Assim como toda a infraestrutura, a manutenção e o backup são por conta do fornecedor.

 #2 Agilidade

On Premisse: tanto na implantação como no suporte, a integração das equipes interna e do fornecedor depende de compatibilidade e disponibilidade de agendas, sem falar nos custos de deslocamento e nos esforços envolvidos.

SaaS: após o upload das informações, os resultados são apresentados por meio de análises de negócio e SLAs específicos, sem a necessidade de desenvolvimento ou treinamento. Também não é necessário deslocar uma equipe técnica para realizar o suporte que é todo online.

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 #3 Acessibilidade e Segurança

On Premisse: restringe o acesso ao sistema, dificulta o trabalho integrado de equipes remotas, influenciando negativamente na agilidade e produtividade. Além disso, o cliente precisa investir em segurança dos dados e manter essa estrutura constantemente atualizada para evitar perda/roubo de informações.

SaaS: por estar na internet, pode ser acessado de qualquer lugar, a qualquer momento e é o fornecedor que garante a integridade, a segurança e a acessibilidade dos dados às pessoas determinadas. Um software jurídico na nuvem permite que todas as funcionalidades de arquivo, acompanhamentos de processos e tarefas possam ser consultados em qualquer lugar do mundo, 24 horas por dia, via internet.

 #4 Atualização

On Premisse: se você já teve que gastar com horas de consultores para rodar a última versão do seu software e fazer sua equipe de TI trabalhar de madrugada ou finais de semana para fazer atualizações no sistema sabe como isso é desgastante, demorado e oneroso.

SaaS: todo novo recurso, assim como as atualizações de versões, é incorporado automaticamente e simultaneamente nos clientes, sem custos adicionais.

 #5 Flexibilidade e mensuração dos recursos:

On Premisse: você tem o que você compra. Qualquer novo recurso ou alterações nas demandas de capacidade necessitam de novas contratações e demoradas implantações. Além do que, dependendo da demanda, você terá que ampliar sua equipe de TI e comprar novos ativos, aumentando os custos fixos.

SaaS: os recursos podem ser rapidamente alocados e, em alguns casos, de forma automática, para aumentar as capacidades disponíveis ou para liberá-las quando já não são necessárias, sem precisar de alteração na equipe de TI. Os sistemas em nuvem controlam e aperfeiçoam a utilização dos recursos de forma automática, efetuando a medição de forma adequada ao tipo de serviço, como por exemplo, armazenamento, processamento, largura de banda ou contas de utilizadores ativas. Isso permite flexibilidade e adequação do custo.

Como você pode ver, a nuvem elimina a necessidade de gerenciar vários fornecedores e infraestruturas ou a compra de novos ativos, e permite que a equipe de TI atenda todas as necessidades do cliente interno, como é o caso de uma área crítica como o Departamento Jurídico, transformando-se num parceiro estratégico para o aumento da agilidade e produtividade nos processos. Um software jurídico na nuvem permite, por exemplo, o acompanhamento de todas as etapas da tramitação do processo, o gerenciamento do contencioso judicial ou extrajudicial, acompanhamentos de prazos por meio de workflow e com informações sempre à mão, acessíveis quando e onde se fizerem necessárias.

Mas se resta ainda alguma dúvida sobre qual modelo adotar, então saiba que o modelo SaaS em nuvem pode chegar a 42% de retorno sobre o investimento (ROI), de acordo com estudo da Forrester Research “Total Economic Impact™ (TEI)™.

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